Projeto Multidisciplinar III

Utilização do Blog para postagem da ATPS: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA MATEMÁTICA, para apreciação do professor Cristian realizada pelo grupo; Flavia Souza Ramos RA: 5814132568 ; Maria Clarita RA: 5339986975 ; Milena Soares RA: 5660123172; Milena Santana RA: 5667150149; Valéria Oliveira RA: 5570132417 ; Verismar Alves RA: 5869180543.


/Blog desenvolvido por Milena de Souza Soares RA: 5660123172, para apreciação do professor-tutor responsável pela matéria Projeto Multidisciplinar III-AVA da Faculdade Anhanguera de Guarulhos.

domingo, 5 de outubro de 2014


Texto dissertativo-argumentativo sobre as possibilidade de intervenções que o professor deve fazer para uma criança que está no processo inicial na construção do conceito de número.


Primeiramente, acredito que o professor deva elicitar a importância do saber aritmético, assim como todo o aprender á seus alunos. Feito isso, é de indispensável importância que o professor respeite e faça uso de todo o conhecimento prévio que cada aluno traz consigo, é importante também que o professor faça com que o aluno enxergue toda a bagagem que traz consigo, de experiências cotidianas ou até mesmo escolares, anteriores , assim o aluno entenderá que os números fazem parte do seu dia-a-dia o que por muitas vezes acaba por despertar paixão e interesse pelos números.
Quando os alunos percebem que os números estão presentes em sua vida e que possuem conhecimentos prévios com relação a eles, fica muito mais fácil que o professor intervenha em seus estudos com métodos e reforços que se adequem ás suas rotinas, costumes e culturas, agindo dessa forma, o professor estará dando reforços positivos que estimularão a criatividade e atividade de seus alunos, no processo de construção de conhecimento.
Além do escrito anteriormente, uma intervenção que resulta positivamente na construção do conceito de número é usar materiais concretos, porque a criança vai conseguir entender melhor aquilo que ela vê. Afinal, nos anos em que se introduz a matemática são ainda muito pequenos para conseguirem trabalhar com o abstrato. Um exemplo muito utilizado em diversas escolas entre elas públicas e particulares é o uso do ábaco, o primeiro e ainda um dos mais usados materiais para a representação matemática, o uso das mãozinhas como
instrumento real e facilitador de ensino, além das músicas, jogos e brincadeiras.
Dessa forma, infere-se então que levando em conta os conhecimentos dos alunos, utilizando os reforços, materiais concretos que representem a matemática, o professor pode assim promover uma prática educativa que considere as habilidades numéricas em um desafio para o raciocínio lógico de cada um dos seus pupilos.

Observando uma criança de 9 anos do 4º ano com necessidades especiais, que possuem um comportamento de uma criança de 5 anos, em contato com o ábaco.
A primeira atitude ao entrar em contato com o ábaco e manuseia-lo, foi de encantamento com aquele objeto de cores variadas supostamente um brinquedo, em seguida puxava as bolinhas para o outro lado e contava aleatoriamente. Após, perguntei quais eram as cores das bolinhas, ele respondeu corretamente, em seguida expliquei para que iriamos usa-lo e ele compreendeu. Montei diversas continhas e fizemos o calculo utilizando o ábaco, foi muito bom vendo o seu desenvolvimento na utilização deste material, senti que consigo alfabetiza-lo a matemática através do ábaco. Fiquei tão surpresa que após terminarmos os cálculos ele segurou o ábaco e começou a fazer como estávamos fazendo, a minha empolgação foi tanta que coloquei algumas continhas para que ele tentasse fazer com a utilização do ábaco sem a minha participação, mas não foi possível.
Já sei que esta forma de ensinar ajuda muito na coordenação motora no conhecimento das cores e nos números através da contagem, pois a compreensão é mais clara.
Observação feita na escola municipal Celso Furtado na sala do 4º ano



Atividade com a utilização de um ábaco

   

Plano de Aula Matemático

Objetivo geral: Compreender que o homem  utilizou das medidas de forma arbitraria e depois as padronizou para que pudessem ser usadas em diferentes situações,por diferentes homens e da mesma forma,a fim de perceber que ele transformou –as a partir de suas necessidades,em  diferentes épocas e contextos.

Publico Alvo: 5° ano

Conteúdo: Duração e sequencia temporal (dia: manhã,tarde e noite ), antes, durante e depois; significado de rápido e lento; logo após, muito depois, muito antes, um pouco antes, agora; hoje e amanhã; linha do tempo com fatos da vida do educando:calendário: dia, semana e mês,ano.

Objetivo especifico: Compreender a sequencia temporal e sua forma de organização o nas atividades diárias.

Desenvolvimento: Pesquisas sobre origens das medidas de tempo: observando a leitura do calendário; relógio( confecção ); produção de cartazes sobre as atividades realizadas pelos alunos nos períodos  do dia, analisando a relatividade do tempo; pesquisa com a família sobre o tempo dedicado as atividades de lazer e ao trabalho,a partir dos dados coletados construir gráficos e tabelas.Analisar de forma criticas os resultado.Fazer uma legenda no calendário dos dias da semana,mês do ano,feriados,estações do ano.O calendário deverá ser explorado diariamente.

Material usado: Calendário, relógio, literatura infantil, CDs.

Avaliação: Será realizada a partir da observação e desenvolvimento das atividades dirigidas.

O Ábaco, primeira máquina de calcular da humanidade, foi inventado pelos chineses conhecendo-se também versões japonesas, russas e astecas.

Ábaco Chinês - O registro mais antigo que se conhece é um esboço presente num livro da dinastia Yuan (século XIV). O seu nome em Mandarim é "Suan Pan" que significa "prato de cálculo". O ábaco chinês tem 2 contas em cada vareta de cima e 5 nas varetas de baixo razão pela qual este tipo de ábaco é referido como ábaco 2/5. O ábaco 2/5 sobreviveu sem qualquer alteração até 1850, altura em que aparece o ábaco do tipo 1/5, mais fácil e rápido.Os modelos 1/5 são raros hoje em dia, e os 2/5 são raros fora da China exceto nas suas comunidades espalhadas pelo mundo.
Ábaco Japonês - Por volta de 1600 D.C., os japoneses adaptaram uma evolução do ábaco chinês 1/5 e chamado de Soroban. O ábaco do tipo 1/4, o preferido e ainda hoje fabricado no Japão, surgiu por volta de 1930. Uma vez que os japoneses utilizam o sistema decimal optaram por adaptar o ábaco 1/5 para o ábaco 1/4, desta forma é possível obter valores entre 0 e 9 (10 valores possíveis) em cada coluna.


Ábaco Asteca - De acordo com investigações recentes, o ábaco Asteca (Nepohualtzitzin), terá surgido entre 900-1000 D.C. As contas eram feitas de grãos de milho atravessados por cordéis montados numa armação de madeira. Este ábaco é composto por 7 linhas e 13 colunas. Os números 7 e 13 são números muito importantes na civilização asteca. O número 7 é sagrado, o número 13 corresponde à contagem do tempo em períodos de 13 dias.


Figura 1 - Ábaco asteca (com o valor 0 representado)

Ábaco Russo - O ábaco russo, inventado no século XVII, e ainda hoje em uso, é chamado de Schoty. Este ábaco opera de forma ligeiramente diferente dos ábacos orientais. As contas movem-se da esquerda para a direita e o seu desenho é baseado na fisionomia das mãos humanas. Colocam-se ambas as mãos sobre o ábaco, as contas brancas correspondem aos polegares das mãos (os polegares devem estar sobre estas contas) e as restantes contas movem-se com 4 ou 2 dedos. O valor das colunas está representado na Figura 2. e a linha mais baixa representa as unidades a seguinte as dezenas e assim sucessivamente. A forma de fazer operações matemáticas é semelhante ao do ábaco chinês.


Por exemplo, para se obter o valor 5874, deve-se mover para a esquerda cinco contas da oitava linha (obtém-se 5000), de seguida oito contas da sétima linha (já temos 5800), sete contas da sexta linha (5870) e por fim move-se quatro contas da quinta linha para a esquerda, obtendo-se o valor 5874. (Caso tenha mais duvidas consulte a secção Funcionamento).


Figura 2 - Schoty, o ábaco Russo (com o valor 0 representado)

Em 1958, Lee Kai-chen inventou um novo tipo de ábaco com 4 secções. Basicamente o ábaco consiste na junção de 2 ábacos diferentes: no topo está um ábaco pequeno do tipo 1/4 (sorobon) e em baixo está um ábaco 2/5 (suan-pan).O autor afirma que este ábaco torna a multiplicação e a divisão mais fácil e torna possível a realização de raízes quadradas e cúbicas.







Origens do Processamento de Dados


Na medida em que os cálculos foram se complicando e aumentando de tamanho, sentiu-se a necessidade de um instrumento que viesse em auxílio, surgindo assim há cerca de 2.500 anos o ÁBACO. Este era formado por fios paralelos e contas ou arruelas deslizantes, que de acordo com a sua posição, representava a quantidade a ser trabalhada.




O ábaco russo era o mais simples: continham 10 contas, bastando contá-las para obtermos suas quantidades numéricas. O ábaco chinês possuía 2 conjuntos por fio, contendo 5 contas no conjunto das unidades e 2 contas que representavam 5 unidades. A variante do ábaco mais conhecida é o SOROBAN, ábaco japonês simplificado (com 5 contas por fio, agrupadas 4x1), ainda hoje utilizado, sendo que em uso de mãos treinadas continuam eficientes e rápidos para trabalhos mais simples. Esse sistema de contas e fios recebeu o nome de calculi pelos romanos, dando origem à palavra cálculo.

REFERÊNCIA: http://pt.slideshare.net/gragrando/surgimento-do-baco
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81baco
http://matematicaemfoco1.blogspot.com.br/2013/04/conhecendo-historia-do-abaco-e-suas.html





segunda-feira, 19 de maio de 2014

Estudantes aprendem fora da sala de aula

     Uma experiência extra-sala está sendo posta em prática pela equipe pedagó­gica da Escola Modelo de Iguatu, da rede particular de educação. Os professo­res estão acompanhando os alunos nas 'Aulas de Campo' realizadas fora da escola. Os estudantes são transportados de ônibus para locais distintos de Iguatu e outros municípios da Região onde passam a receber informações so­bre temas variados, normalmente assuntos diretamente ligados à grade curri­cular, conforme o planejamento letivo. As aulas estão acontecendo para os alunos do ensino fundamental I e II e ensino médio.

        O projeto tem grande aceitação dos estudantes, educadores e pais. As aulas atravessam as fronteiras da sala de aula, com importantes ganhos no aprendi­zado. A professora Lilian Pontes explicou que a meta é repassar os conheci­mentos aos estudantes no ambiente externo, quando eles aprendem na  prá­tica o que veem de meio ambiente, história, geografia, ciências, matemática e outras disciplinas. “Não que eles não aprendam em sala. Claro que aprendem. Mas as experiências fora da escola têm um cunho, não só educativo, de aprendizado, mas também social”,afirmou.

      Na quinta, 21, um grupo de 70 estudantes do ensino fundamental II esteve no município de Icó, para aulas de Geografia e História. Foi a segunda jornada do projeto fora de Iguatu. Uma semana antes, um outro grupo, desta vez do en­sino fundamental I também viveram a mesma experiência. No fundamental II eles foram acompanhados pelos professores Vânia (Geografia), Roque (Mate­mática), Angélica (História) e Terezinha Alencar, coordenadora pedagógica.

Melhor Aprendizado

      Os estudantes visitaram o teatro da ‘Ribeira dos Icós', o 'Largo do Tebergue', a 'Câmara e Cadeia', 'Rua do Meio', 'Igreja do Senhor do Bonfim', a casa onde morou o 'Canela Preta', 'Igreja do Rosário', a igreja dos escravos, construída por eles em 1736. Na igreja de Nossa Senhora da Expectação, local onde a cidade surgiu, os alunos tiveram uma aula com o auxílio do pesquisador e his­toriador Altino Afonso. Altino também acompanhou os alunos em outra aula abordando outros aspectos da história do município, no teatro da Ribeira dos Icós. Lá ele contou sobre as lendas da cidade, seus mitos e contos. A lenda do Barão do Crato, que morava num casarão ao lado do teatro, e teria construído uma passagem subterrânea para ir ver os espetáculos porque não queria se misturar com os populares. A história da suposta baleia adormecida que existi­ria no altar da igreja do Senhor do Bonfim e poderia acordar se uma imagem posta no altar fosse retirada do local transformando Icó num braço do mar.

      Terezinha Alencar informou que a experiência está apresentando resultados surpreendentes em relação ao aproveitamento por parte dos alunos. Segundo ela, a escola já está agendando outras etapas do projeto, desta vez para a Re­gião do Cariri, inclusive com visita a museu. A professora Angélica, que é filha de Icó, disse que o fato dos estudantes voltarem ao cenário onde a história aconteceu para ouvir sobre passagens, acontecimentos e fatos é algo inexpli­cável. Vânia, que trabalha com a disciplina de Geografia, explicou a importân­cia dos estudantes estudarem sobre o rio Salgado que margeia a cidade de Icó estando 'in loco', tendo a oportunidade de dirimir dúvidas e armazenar muitas informações sobre a Região.

Ao ar livre

      O professor Rogério, da disciplina de Geografia, viajou com as crianças do en­sino fundamental I, para as margens do açude Trussu, no distrito de Suassu­rana. Também estavam acompanhando o grupo a professora Elizângela e a coordenadora do ensino fundamental I, Geni Lôbo. Geni destacou a importân­cia do projeto para que os estudantes ampliem seus conhecimentos. Rogério relatou que outro fator importante é que os temas abordados nas 'aulas de campo' também são explorados em sala de aula. Ele acompanhou as duas turmas do 5º Ano 'A' e 'B', na aula de campo de História, Geografia e Meio Am­biente às margens do açude público Trussu, no distrito de Suassurana, e ao rio Jaguaribe, nas imediações do bairro Bugi.

      Os alunos conheceram sobre a capacidade hídrica do reservatório, sua cons­trução, o sistema de distribuição hídrica para abastecimento e irrigação, pisci­cultura e as duas cidades que são abastecidas, Iguatu e Acopiara. Nas visitas aos dois mananciais, o que mais chamou a atenção dos estudantes foi a polui­ção, aliada à falta de preservação, principalmente com os volumes de lixo de­positados nas margens. Embalagens de refrigerantes, cigarros, sacolas plásti­cas, móveis velhos, tecidos,embalagens de outros produtos industrializados e alimentos.

      As lagoas de Iguatu também estão na agenda de aulas da escola, dentro do projeto 'Aulas de Campo'. Estudantes acompanhados por outros professores também aprenderão mais sobre os ecossistemas ainda neste mês de maio. A idéia dos educadores é explorar os assuntos produzindo documentários com a participação dos alunos, ilustrando pesquisas e até contribuindo com o senso crítico para a melhoria e preservação desses recursos naturais.

http://www.jornalapraca.com.br

sábado, 17 de maio de 2014

Sugestões para Feira de Ciências

FÍSICA
  • MECÂNICA 
  • FLUIDOS 
  • ÓTICA 
  • ONDAS
  •  SOM 
  • CALOR 
  • ELETRICIDADE
  •  PROJETOS ESPECIAIS



Mecânica

MECÂNICA

Experiências com o centro de massa.
Algumas experiências divertidas com o equilíbrio do corpo humano.
Centro de gravidade e torque.
Como localizar um centro de gravidade. Torque, o que é isso? Onde está o centro de gravidade de uma vassoura?
Ciclóide e braquistócrona.
Qual é a curva mais rápida entre dois pontos? É a braquistócrona.
Ponto de quebra por impulso.
Ilustra a força de impulso e sua relação com a variação da quantidade de movimento.
Cara ou coroa.
Quantas vezes uma moeda que gira sobre uma mesa dá cara ou coroa ao parar e cair?
Medida de impacto.
Como trabalham os peritos da polícia?
Rolando papel higiênico.
O material é simplório mas a física é sofisticada.
Pêndulos mágicos.
O poder do pensamento e o fenômeno da ressonância.
Um cone anti-gravitacional.
Um cone duplo que sobe uma ladeira. Pelo menos, parece.
Um golpe de vara.
Impressionante demonstração da inércia.
Caixa de fósforos e chaves.
Uma experiência simples com um resultado surpreendente.
Pêndulos acoplados
Ilustrando os conceitos de ressonância e batimento.
 Fluidos
FLUIDOS
Efeitos da pressão atmosférica.
A gente não sente mas a pressão atmosférica é muito forte.
Gerador de anéis de fumaça.
Anéis de fumaça são bons de ver e ilustram a turbulência dos fluidos.
Oscilador de água salgada.
Uma experiência que pode virar uma pesquisa.
Um peixe de papel.
Uma experiência com a tensão superficial.
A Fonte de Heron.
Uma fonte hidráulica que parece desafiar a conservação da energia.
Pressão nos líquidos.
Ilustra o Paradoxo da Hidrostática.
Flutuadores cartesianos
Flutuadores que ilustram o equilíbrio em fluidos.
Os eternos dançarinos.
Outra divertida experiência com a tensão superficial.
Um higrômetro simples.
Feito de material caseiro mas funciona.
A lei de Boyle. Uma lei fundamental dos gases.
Uma nuvem engarrafada.
Como se formam as nuvens de chuva na atmosfera.
 Ótica
ÓTICA
Lentes fluidas.
Como uma lente convergente vira uma lente divergente.
Porque o céu é azul.
Uma bela experiência de espalhamento de luz.
Imagem na retina.
A gente vê o mundo de cabeça para baixo.
Condutores de luz.
Simulação de uma fibra ótica. Ilustra também os efeitos da pressão em líquidos.
A Experiência de Land.
A nossa percepção das cores não é tão simples quanto parece.
O Pêndulo de Pulfrich.
Um pêndulo que parece girar.
Somando e subtraindo cores.
Tudo colorido fica bonito.
O Disco de Newton e outros discos de cores.
Mais soma de cores.
O Ângulo do arco-Íris.
Por que o arco-íris é um arco?
A fadiga da retina e as cores complementares.
Qual é a nossa bandeira complementar?
Uma rede de difração doméstica.
Usando um CD para dispersar a luz.
Um forno solar.
Barato, eficiente e dá até para fazer café.
Um estereoscópio.
Uma montagem simples para ver figuras em 3 dimensões.
Demonstrando a reflexão total.
Use um aquário e um laser barato para ilustrar uma fibra óptica.
Espelhos múltiplos.
Produzindo múltiplas imagens com espelhos comuns.
A luz polarizada.
Testando algumas características da polarização da luz.
 Ondas
ONDAS
Medir a velocidade da luz.
Medindo a velocidade da luz com um televisor.
Medir a velocidade do som.
Medindo a velocidade do som com um kit multimídia.
Medir a velocidade da luz com um forno de micro-ondas.
Faça a experiência e saboreie o resultado.
 Som
SOM
Uma harmônica de taças. Produzindo música com taças ou copos.
Outro instrumento insólito. Uma marimba de garrafas.
 Calor
CALOR
Convecção de ar quente.
O ar sobe e desce na convecção.
 Eletricidade
ELETRICIDADE E MAGNETISMO
Forças Magnéticas.
Como um ímã atua sobre alguns objetos metálicos.
Experiências com um ímã permanente.
Várias experiências simples e elegantes com um ímã fácil de se conseguir.
A experiência clássica de Oersted.
Reproduzindo uma experiência histórica e construindo um medidor elétrico.
Energia elétrica de origem química.
Transformando energia química em energia elétrica.
Energia elétrica de origem térmica.
Como converter calor em energia elétrica. Contruindo um termopar.
 Especiais
PROJETOS ESPECIAIS
Crescimento de cristais.
Um projeto demorado mas fascinante.
Observando as manchas solares.
Outro projeto demorado e rico de bos resultados.
Uma câmara de nuvens, ou câmara de Wilson.
Construa uma câmara de nuvens para observar rastros de partículas sub-atômicas.
Distribuição gaussiana.
Uma montagem para demonstrar a distribuição de Gauss.


Fonte: 
http://www.seara.ufc.br/index.html



sexta-feira, 16 de maio de 2014

Projeto Multidisciplinar - Pipa


            Buscamos um projeto que trabalhasse algo que chamasse a atenção das crianças para a aula, pois a pipa é uma brincadeira muito antiga, usada até os dias atuais.
            A pipa é uma brincadeira muito gostosa e com muitos perigos. Por isso decidimos também orientar nossas crianças.
            Outro fator importante é a falta de tempo que os pais têm de levar os filhos para brincar, de dedicar um dia para o filho, por isso neste projeto estaremos trabalhando a socialização entre pais e filhos e a união da nossa comunidade que muitas vezes se olham e não conversam.
            Em poucas palavras iremos trabalhar o lúdico com produto final e aprenderemos a confeccionar e usar a pipa de uma forma correta.
            Segundo Winnicot médico, que estudou e se aprofundou em psicanálise e fez analises com crianças.
            “O brincar é essencial porque é através dele que se manifesta a criatividade.” (Winnicott, 1975. P80)

Anos
Público: 5º ano do Ensino Fundamental (Lei Federal 11.274/2006)


Objetivos gerais e específicos
·                     Conhecer a brincadeira mais antiga (quando surgiu e meios de confecção);
·                     Reconhecer medidas;
·                     Socialização entre famílias;
·                     Integrar o senso comum e a curiosidade dos alunos;
·                     Estabelecer a importância da brincadeira quanto ao uso (material e lugar de soltura);
·                     Compreender perigos nos ambientes e corpo.

Desenvolvimento


·                     Criatividade;
·                     Coordenação psicomotora;
·                     Espírito de equipe;
·                     Incentivo à pesquisa;
·                     Leitura de Texto;
·                     Produção de texto;
·                     Interpretação de texto;
·                     Resgate de brincadeiras populares;
·                     Formas geográficas;
·                     Prevenção de acidentes;
·                     Cuidados com a Pele;
·                     Hidratação do corpo


Cronograma


Matéria
Assunto
Duração
Introdução - Projeto
História Pipa
01:00
História
História Pipa
03:00
Matemática
Paralelograma
2 aulas
Educação artística
Confecção de Pipa
2 aulas
Português
Perigos com Pipa
1 aula
Português
Interpretação de Texto
3 horas
Geografia
Pontos Cardeais
2 aulas
Ciência
Cuidados com a pele e corpo

Finalização
Empinar pipa confeccionado pelo aluno
1 aula
Total

10 aulas



  
Avaliação
Peso
Material
Participação
0
Power Point e data Show
Roda de conversa para discussão
1
Power Point e data Show
Desenvolver atividades
1
Power Point e data Show
Apresentação de Pipas em cartolinas
2
Cartolinas, tintas, folhas e etc...
Redação
2
Data show, internet e almaço
Questão
1
Power Point e data Show
Pesquisa particular e a nota em grupo
1
Internet, cartolina, impressão..
Participação
2
Parque
Peso
10



Desenvolvimento
            Após todas as etapas anexadas ao projeto, temos as matérias que o professor pode usar para o desenvolvimento do projeto.
Etapa 1 - História
            Conversar com os alunos sobre a importância do projeto, contar a história da Pipa e o Resumo.
            Como atividade fazer uma roda de conversa em grupo.

Etapa 2 - Matemática
            Explicar para os alunos os paralelogramos, orientando para a confecção da pipa, trabalhar geometria e medidas.
            Como atividade: Pesquisar diversos tipos de pipa em grupo.

Etapa 3 – Educação Artística
            Apresentar um vídeo sobre a confecção de pipa e os grupos deverá confeccionar um cartaz com a pesquisa dada na aula passada.
www.pipaseventos.com.br
            Atividade: Confecção do cartaz com os modelos das pipas.

Etapa 4 – Língua Portuguesa
            Apresentar um filme sobre os perigos da pipa, ler um artigo sobre a pipa que fala do perigo do cerol.
Sites:

            Atividade: Os alunos deverão apresentar uma redação sobre o que eles entenderão sobre os perigos da pipa

Etapa 5 – Língua Portuguesa
            Trabalharemos a Interpretação do texto com o assunto pipa.
            Atividade: Responder questionário.

Etapa 6 – Geografia
            Estaremos trabalhando os pontos cardeais, dando noções para os alunos dos rumos norte, sul, leste e oeste.
            Atividade: Responder questionário.

Etapa 7 – Ciências
            Mostrar para as crianças como o cuidado com a pele na hora da exposição ao sol é muito importante, os tipos de protetores para exposição ao sol ou não e os tipos de pele.
            A hidratação do corpo.
            Atividade: Cada aluno deverá trazer uma foto sobre as pessoas que tem câncer de pele e essas fotos serão coladas em um cartaz.


Etapa 7 – Construção da Pipa
            Orientar os alunos com um texto os modelos que eles podem escolher, sobre a calda da pipa e entregar para os alunos um modelo com as etapas para que eles confeccione com a família e traga para a escola no dia em que forem soltar.
            A escola será responsável por organizar o dia e o local de encontro.

Avaliação
            Ao final de cada aula estaremos desenvolvendo um atividade em que o aluno ou grupo deverá entregar para o professor, cada atividade valerá pontos descrito no cronograma e no final do projeto estaremos avaliando participação.

Referências